Com Medicina Direta, Hospital Santa Paula investe em marketing de relacionamento com médicos

Plataforma de prontuário eletrônico é oferecida pelo hospital da capital paulista

Na área da saúde, encontrar um bom parceiro representa a chance de unir a excelência no atendimento com um crescimento financeiro. No ranking da Revista Fortune com as 50 maiores corporações mundiais, 40% delas fizeram parcerias na área médica, segundo estudo divulgado pela Phillips.

Aqui no Brasil, o Hospital Santa Paula aposta desde o fim de 2013 neste formato com a Medicina Direta, empresa especializada em soluções digitais para clínicas e consultórios. O complexo localizado na Zona Sul de São Paulo utiliza a plataforma eletrônica da parceira para estreitar o relacionamento com os médicos mais atuantes do seu corpo clínico.

A união funciona do seguinte modo: o Santa Paula adquire a solução da Medicina Direta e repassa gratuitamente para o médico como reconhecimento pelos serviços prestados no hospital. Dessa forma, ele consegue utilizar em seu consultório todos os benefícios que o serviço permite (veja mais abaixo). 40 médicos do quadro clínico do hospital já receberam a plataforma.

“Com a Medicina Direta, conseguimos oferecer este prêmio para os principais médicos do nosso corpo clínico e melhoramos a sinergia dentro do hospital. É um investimento de marketing de relacionamento do hospital”, comenta Leandro Dias, gerente de relacionamento do Hospital Santa Paula.

Além disso, a medida fez com que o Santa Paula melhorasse a comunicação interna com seus colaboradores. Por meio da solução, a diretoria consegue enviar mensagens e outros documentos para os médicos, facilitando a troca de informações.

Fundado em 1958 como pronto-socorro, o Hospital Santa Paula se transformou em centro de excelência na área médica da capital paulista. Atualmente tem 200 leitos, oito salas de cirurgia e 50 leitos de terapia intensiva, atendendo 100 mil pacientes e realizando 7,5 mil cirurgias anualmente.

Como funciona a plataforma da Medicina Direta

Com um login e senha, o médico acessa a plataforma que gerencia todos os serviços de seu consultório. Nele, o profissional possui um controle de e-mails, faz a gestão da agenda de consultas, administra suas finanças, consegue elaborar rapidamente uma receita e preencher fichas de convênio e acessa todo o histórico do paciente. O espaço também realiza pagamentos por cartões, eliminando a necessidade de contratar máquinas – lógica semelhante ao e-commerce. Como as informações estão na nuvem, ele pode acessar via aplicativo de qualquer dispositivo móvel iOS (sistema operacional dos tablets e smartphones da Apple), gerenciando seu consultório de onde estiver.

Sobre Medicina Direta:

Com o objetivo de ser o departamento digital de clínicas e consultórios médicos, a Medicina Direta surgiu em 2013 para oferecer infraestrutura tecnológica adequada e otimizar a gestão da saúde. A empresa disponibiliza o prontuário eletrônico, facilitando a coordenação de agenda, receituário, pagamento e demais processos que envolvem a rotina do profissional do setor. Além disso, a companhia desenvolve sites, gerencia e-mails e cria campanhas no Google Adwords. Para mais informações, acesse: http://www.medicinadireta.com.br

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Hospitais com selo de qualidade receberão valor maior de planos

pixel topo desktop - Hospitais com selo de qualidade receberão valor maior de planosA partir do ano que vem, unidades de saúde com acreditação terão reajuste superior pago pelas operadoras

SÃO PAULO – A partir de janeiro do ano que vem, a qualidade do atendimento prestado por hospitais, clínicas e laboratórios servirá de critério para o reajuste pago pelas operadoras de saúde aos prestadores de serviço.

Proposta de instrução normativa em discussão na Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) prevê que nos contratos entre planos de saúde e prestadores regulados pelo índice IPCA, o reajuste será maior para hospitais e clínicas que tiverem acreditação de excelência. A informação foi publicada nesta quarta-feira, 9, pelo jornal Folha de S.Paulo.

Pela proposta, o reajuste seria de 100% do IPCA para hospitais acreditados e de 90% para as unidades sem a acreditação. O modelo para clínicas e laboratórios ainda está sendo discutido, mas deve seguir lógica similar.

“O porcentual não é para ser punitivo nem inibidor, mas, sim, para colocar a qualidade do serviço prestado em primeiro plano”, diz Martha Oliveira, diretora de desenvolveimento setorial da ANS.

A definição do reajuste pela fator de qualidade também poderá valer para médicos e outros profissionais autônomos, mas as regras para a categoria só serão discutidas no ano que vem e entrarão em vigor em 2017.

De acordo com Martha, as mudanças não terão impacto financeiro para o consumidor. “Não haverá reajuste de mensalidades. O consumidor sentirá o impacto ao ter mais informações sobre a qualidade dos prestadores”, diz ela.

Presidente da Federação Brasileira de Hospitais, Luiz Aramicy Pinto afirma que a entidade é favorável a utilizar indicadores de qualidade como critérios para reajuste, mas com porcentuais diferentes dos propostos pela ANS. “Da forma que foi proposto, vai ocorrer uma deflação. Na nossa opinião, todos os hospitais devem receber o reajuste integral pela inflação e aqueles acreditados deveriam receber um bônus”, defende ele.